A Distimia é um tipo de depressão que se caracteriza por ser leve e prolongada. Embora esteja presente a maioria dos sintomas depressivos comuns à depressão moderada e grave, eles são sentidos de forma menos intensa.
Na distimia, os sintomas depressivos incomodam o paciente, mas não o impede de exercer suas atividades, apenas faz com que ele tenha que despender um esforço muito maior que as outras pessoas para realizá-las.
As pessoas que sofrem com a distimia estão sempre queixosas e “pra baixo”. Sentem-se, freqüentemente, mal-humoradas e nada parece ser bom o suficiente para elas.
Com o passar do tempo passam a acreditar que são assim mesmo e que esse mal-humor faz parte de sua personalidade, o que não é verdade.

A distimia pode ser tratada e curada com um bom tratamento psicológico e, se necessário, com utilização medicamentos.

A falta desse tratamento pode intensificar a doença e torná-la moderada, ou seja, com mais sintomas depressivos que passam a interferir mais freqüentemente na vida da pessoa, ou mesmo, se agravar a ponto de se tornar uma depressão grave ou Depressão Maior que se caracteriza pela manifestação de muitos sintomas debilitantes e inibitórios ao mesmo tempo, tornando praticamente impossível o cumprimento de suas atividades rotineiras.

O tratamento medicamentoso é básico, mas o transtorno bipolar não é meramente um problema bioquímico, mas também psicológico e social. Entrar em contato com os sintomas do transtorno bipolar causa sofrimento e pode ser traumatizante para o paciente e a família. O medo de como isso vai afetar sua vida, o preconceito, a aceitação do diagnóstico requerem atenção psicológica. Para aceitar é necessário conhecer a doença a ponto de diferenciar seus pensamentos e sentimentos e fazer decisões baseado em conhecimento e não em emoções, como medo ou raiva da doença. Tratamentos psicológicos procuram fornecer boas informações, orientação e motivação em um ambiente de apoio e confidencial.

Durante o curso do tratamento o paciente costuma enfrentar recorrências, pois o manejo medicamentoso pode demorar até ser acertado. Tais experiências trazem desapontamento, dúvidas sobre o tratamento, sentimentos de culpa e de revolta. Na psicoterapia e na orientação sobre a doença é possível encontrar esclarecimento e apoio necessários para superar cada novo obstáculo que a doença impõe.

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