A disputa de guarda dos filhos pode ser um processo bastante traumático, não apenas para os pais, mas principalmente para as crianças. Essas situações mexem com os sentimentos mais profundos das pessoas, já que envolve relações familiares. Quando se fala da regularização da guarda dos filhos, a atenção deve ser redobrada.

Lembre-se que o equilíbrio emocional dos adultos vai influenciar no desenvolvimento das crianças.

1. O bem-estar das crianças deve ser priorizado

As crianças sofrem quando veem os pais em conflito. Ainda que você ache que elas não têm maturidade para entender o que está acontecendo, as brigas e discussões podem ficar no inconsciente delas e até mesmo ocasionar traumas no futuro. Evite ao máximo discutir e gritar na presença dos pequenos.

As crianças percebem e sofrem quando presenciam brigas dos pais. É essencial tentar tornar esse processo o menos traumático possível para eles.

As crianças percebem e sofrem quando presenciam brigas dos pais. É essencial tentar tornar esse processo o menos traumático possível para eles.

É essencial, em um processo de separação, colocar o bem-estar dos filhos em primeiro plano. Em momentos de raiva, respire e se acalme para não fazer coisas que possa se arrepender. Lembre-se que há coisas que não tem como voltar atrás e que as crianças não devem estar envolvidas nos problemas dos adultos.

2. Estabeleça um diálogo saudável

É de extrema importância que os dois genitores participem de forma ativa da vida dos filhos e deem a eles um ambiente familiar harmonioso e propício para um desenvolvimento saudável.

Nesta perspectiva, o diálogo sempre é a melhor solução na busca de caminhos que resolvam os conflitos para o bem-estar das crianças. As raivas e ressentimentos devem ser deixadas de lado em prol de um bem maior.

3. Ajuda de um psicólogo para a criança e também para você

As crianças percebem a existência de conflitos e sofrem com o clima tenso criado. Não é raro também que os filhos até mesmo se sintam culpados pelas brigas dos pais.

Desse modo, também não é incomum que os pais tenham dificuldade em lidar com isso, o que pode gerar medos e ansiedades nos pequenos.

Não apenas as crianças, mas também os pais precisam de apoio psicológico em um processo de separação e disputa de guarda.

Não apenas as crianças, mas também os pais precisam de apoio psicológico em um processo de separação e disputa de guarda.

Se este for o seu caso, procure a ajuda de um psicólogo para ajudar no processo. Este profissional faz a diferença tanto para os adultos quanto crianças.

Para os pais, a terapia vai orientar de como lidar com a situação de forma que seja menos traumática tanto para si quanto para os filhos. Muitas vezes, os adultos precisam muito mais de um suporte psicológico do que as crianças.

4. Procure um advogado de Direito da Família

O Direito da Família é o segmento do direito que regula e estabelece as normas relativas à convivência familiar, incluindo a estrutura, organização, proteção, relações familiares e direitos e deveres de cada membro.

Um advogado deve ser procurado para ajudar a se chegar a um consenso do que é melhor para as crianças.

Muitas vezes, em situação de conflitos, os pais vão discordar sobre diversos pontos. Logo, um profissional neutro vai ajudar, com base na lei, a encontrar soluções que favoreçam o bem-estar e desenvolvimento dos menores.

5. Busque alternativas para manter a rotina familiar

Com a separação de um casal, a rotina da família pode sofrer alteração.

Não se esqueça que é fundamental para o desenvolvimento da criança ter uma boa convivência com os dois genitores.

A rotina familiar com ambos os pais é importante para que a criança tenha um desenvolvimento saudável e cresça feliz.

A rotina familiar com ambos os pais é importante para que a criança tenha um desenvolvimento saudável e cresça feliz.

Pensando nisso, muitas vezes será preciso exercer a tolerância para favorecer a flexibilidade para que a criança mantenha esse convívio saudável com ambos os pais.

Tenha em mente que no processo de disputa de guarda dos filhos, a criança precisa ter um referencial de mundo e considerada como uma pessoa única e não como um objeto de disputa entre os pais. O bem-estar deles deve estar sempre em primeiro plano.

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